Parte VI

Texto: Rom 1. 8-15

Introdução:

                        Não última quarta-feira falamos sobre:

A CONCEPÇÃO CORRETA QUE DEVEMOS TER DO SUCESSO  DA IGREJA

                        Os pontos que abordamos foram:

1 – O Sucesso da Igreja Depende Exclusivamente de Deus (vs8)

2 – A Igreja para Bem Sucedida Precisa de Intercessão (vs 9-10)

3 – A Igreja Precisa ser Fortalecida para Fortalecer os Crentes (vs 11-12)

            Hoje veremos mais um ponto baseado no texto que lemos:

 

4 – A Igreja Precisa sentir-se Devedora na área evangelistica (14-15)

 

            “Pois sou devedor...”

  1. Significa uma obrigação que precisa ser cumprida e satisfeita.

 

  1. É uma obrigação sobre a qual o apóstolo foi colocado por Deus (I Co. 9.16-17)
  1. Paulo considera a si mesmo um devedor, tanto para os de boa formação quanto os pouco preparados, para os sábios e para os ignorantes.

 

  1. Evangelizar é uma obrigação e não um favor.
  1. Sobre nós também pesa essa mesma obrigação (Mt 28 18-20)

 

Ricardo Gondim disse no seu livro, Artesãos de Uma Nova História”,:

“Por favor, não substitua o ide por nada. Se você não pode ir ao Japão, vá ao outro lado da rua. Se não pode ir à França, pegue um ônibus e vá evangelizar na Praça da Sé. Se não pode ir para a região amazônica, vá evangelizar na favela, na cadeia, no seu escritório, no estádio de futebol. Mas vá. Não fique parado onde está. Não interprete o ide de Jesus de outra maneira. Ir significa ir mesmo.”

 

 

  1. Fomos revestidos do poder do Espírito Santo para testemunharmos o evangelho (At.1.8)

 

  1. Em Atos diz que todos que foram dispersos pregaram o evangelho (At. 8.4)
  1. Evangelizar é uma obrigação e não um favor.

 

 

                        Ilustração para concluir:

            “Houve certa vez um criminoso de Charlie Peace. Nãi tinha respeito nem pelas leis de Deus nem pelas dos homens. Mas afinal um dia foi preso e condenado à morte.”
            No dia da sua execução, foi levado ao corredor da morte na penitenciaria, na Inglaterra.
            A sua frente ia o capelão da prisão, lendo versículos da Bíblia em voz monótona e desinteressada.
                        O criminoso tocou-lhe no ombro e indagou o que estava lendo.

  1. “O conforto da religião”, respondeu o sacerdote.

Charlie Peace, ficou chocado de ver como ele lia aqueles textos acerca do inferno de maneira tão mecânica.
Como alguém podia ser tão frio a ponto de conduzir outro para a forca, sem emoção alguma, lendo-lhe palavras sobre um abismo profundo no qual o condenado estava prestes a tombar?
Será que aquele pregador cria de fato que existe o fogo eterno que arde incessantemente e nunca consome suas vitimas já que lia tudo sem ao menos estremecer?
Seria humano um individuo capaz de dizer ao outro friamente: “Vc estará morrendo eternamente sem nunca conhecer o alivio que a morte poderia dar-lhe?”
Aquilo foi demais para Charlie e ele se pôs a pregar.
Veja só o sermão  que pregou  no próprio instante em que caminhava para o inferno.
“Senhor, disse dirigindo ao capelão: Se eu acreditasse nisso em que você e a igreja dizem crer andaria por toda Inglaterra só para salvar uma alma e se preciso fosse iria de joelhos mesmo que a superfície dela fosse recoberta de cacos de vidros e acharia que teria valido a pena”.

 

 

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